Coronavírus: operação consular da UE repatriou mais de 500 000 cidadãos

Num esforço de repatriamento sem precedentes, a UE conseguiu trazer de volta mais de meio milhão de cidadãos afetados pelas restrições de viagem devido à pandemia de coronavírus em todo o mundo. No início do surto, cerca de 600 000 cidadãos da UE estavam retidos fora da UE. Na sua maioria, na região da Ásia-Pacífico e no continente americano. Os intensos esforços envidados pela UE em termos de cooperação consular, de voos de repatriamento financiados pela UE e de coordenação conseguiram trazer para casa, até agora, mais de 500 000 viajantes de curta duração. Em março, o Conselho Europeu incumbiu o alto representante/vice-presidente Josep Borrell de coordenar as operações de repatriamento dos cidadãos da UE e o Serviço Europeu para a Ação Externa criou um grupo de trabalho consular, que opera em estreita cooperação com os Estados-Membros e a Comissão Europeia. Num esforço sem precedentes, o Centro de Coordenação de Resposta de Emergência da Comissão cofinanciou e coorganizou quase 200 voos para o regresso de cerca de 45 000 cidadãos da UE. Esta cooperação consular maciça e histórica dos Estados-Membros e das instituições da UE beneficiou igualmente 5 000 cidadãos de outros países parceiros, como a Noruega, a Sérvia, a Suíça, a Turquia e o Reino Unido. Atualmente, há ainda cerca de 98 900 cidadãos da UE bloqueados no estrangeiro e estão em curso esforços para o seu rápido repatriamento.

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